Voltaste furacão, roubaste de novo o meu coração, e iludiste-me. Converteste-me rainha, e um escasso momento antes de chegar ao desfecho da aquisição, mataste-me na praia. Morri, não de frio, não de fome, não com uma facada, mas sim de tristeza de ter perdido. Já não és o meu herói, tornaste-te no meu assassino, mais uma vez.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
terça-feira, 16 de junho de 2009
música
Quando a música soa na cabeça ... é o melhor momento do dia, quando ouvimos as várias frequências e amplitudes aglomeradas tornando os sons harmónicos em sons sinusoidais, com timbres opulentos e atraentes, trocamos o tegumento humano por uma membrana que faz face a Deus. Soltamos a raiva, o medo, as palavras, as lágrimas. Soltamos berros, gargalhadas, suspiros de amor. Soltamos tudo que há em nós, o bom, o mau e o assim-assim. Transcrevemos o dia que foi acabado de passar. Somos humanos na pele de Deus.
E é mesmo assim o fim do dia, a descarga do que verdadeiramente somos sem farsas tão habituais do homem, sem medo de lágrimas, sem vergonha do medo. Onde por fim o orgulho não tem receio de se sujar e cedemos, com o gesto que sempre recusamos fazer e de uma maneira tão trivial, ao resto do mundo.
Mas a esperança da estirpe humana está na ponta de sonho que ainda subsiste…
quinta-feira, 11 de junho de 2009
l

Comparando-nos somos diferentes, juntando-nos somos perfeitos. Podias ser o melhor de mim e eu poderia ser a parte que não és. Bastava deixares-te levar num acto irracional, veloz e básico ou deixares o meu espírito dominador vencer sobre ti. Não sei porque complicas, ou melhor, não sei porque não tento. Não me julgues fraca, julga-te antes forte demais.
terça-feira, 9 de junho de 2009
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