quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Ciência

Uma ciência exacta, sim era mesmo isso, o amor devia ser uma ciência exacta. Aprendíamos a teoria, exercitaríamos a prática e se fossemos bons seguíamos o caminho da investigação. Caso isso não acontecesse iríamos treinar até conseguir e lá com a persistência e vontade de conseguir iríamos aprender o “amor”.
Mas não, o amor é uma ciência abstracta e isso eu não domínio.


1 comentário:

David Pimenta disse...

Quem me dera que o amor fosse uma ciência exacta Filipa. :)

(cada vez mais andam a 'copiar' os textos, enfim)